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Não é de nosso feitio e filosofia incentivar ou alimentar polêmicas. Todos têm o direito de dizer o que lhes aprouver. Mas o sagrado direito de expressão deve ser respeitado desde que transite dentro da ética, respeito, imparcialidade e, sobretudo, baseado em verdades, com comprovação documental para todas as afirmativas. Críticas são bem vindas, mas, quando desrespeitosas, maledicentes e caluniosas, são passíveis de esclarecimento. Caso não fossem citadas nominalmente algumas pessoas da Egrégora Expectante, nem seriam notadas as farpinhas e equívocos, pois o tempo se encarregaria de fazer justiça. A maturidade psicológica, emocional e espiritual chega com o tempo e são comportamentos típicos dos imaturos a impulsividade, irreverência, os “egos exaltados” e a vaidade. Em uma página da internet encontram-se as seguintes referências, as quais gostaríamos de elucidar, pois contêm inúmeros equívocos. Vamos por partes, seguindo a ordem do referido artigo. Foi citado "mestre T" e depois Mestre Thoth. Queremos crer se tratarem de duas pessoas distintas, se não seria usado Thoth ou Mestre Thoth. O artigo inicia dizendo: "sabe-se lá quando, mas, fiz contato com T, que gosta de ser chamado de Mestre T". Se a referência for ao Patriarca Thoth esse encontro foi em Guarapari, 27 de julho de 1991, registrado no livro 2, página 24. Thoth gosta de ser chamado como as pessoas gostam de chamá-lo. Em São Paulo é Patriarca. No Nordeste, Irmão Thoth. No Sul, Mestre Thoth. Segue o articulista: “Na época tomei conhecimento de que a esposa do polêmico Swami Sevãnanda...”. Esclarecendo, a esposa do renomado Mestre Sevãnanda, conhecido orador, espiritualista (polêmico?) era a senhora Maria Luiza Carlota Pfeiffer Kock de Mascheville. E os discípulos remanescentes eram Peregrina, que morava em Barra do Piraí; Sevaki; o Swami Sarvananda e sua esposa Daya. Quanto às afirmações "velho orgulhoso", "escorpionino peçonhento", "centralizador", isso é decorrente do que é comum hoje em dia: INVERSÃO DE VALORES. Entendemos que ser experiente, vivido, sábio, idoso, hoje é ser velho. Ser inteligente, bom caráter, justo, cuidadoso, zeloso e honesto é ser acumulador, centralizador. Pelo visto, o maior defeito encontrado no Thoth, segundo o artigo, é o fato de ser escorpionino. Causa espanto ver um astrólogo ser tão excludente quanto a um signo. Inaceitável. O fato citado, de o Thoth ter aberto mão da “vida abastada”, que foi mencionado como “burrice”, é outro equívoco, pois com essa atitude nunca precisou bajular, passar a mão na cabeça, nem dar tapinha nas costas para levar vantagens materiais. Nunca nos faltou o necessário, na hora certa. Todos sabem, principalmente os que privaram da nossa intimidade e acolhida essênia. Quanto à via Sarva, não nos cabe esclarecimento. Sarva deixou um swami e formou muitos professores de yoga. Deixou também três filhos e um discípulo íntimo com o qual conviveu nos últimos tempos, alguém que tem mais de 25 CDs de “conversas” mais outro tanto de DVDs para esclarecer e tirar qualquer dúvida. Como já foi amplamente divulgado, o assunto sucessão está encerrado. Mas, para alguns curiosos, e não sabemos qual o real interesse que isso possa ter a quem não pertence à Egrégora Expectante, diga-se pela última vez: Mestre Sevãnanda não foi furtado nem loteou as Ordens que dirigia. Era homem de pulso firme, não um “Maria vai com as outras”, que se deixava enganar. Para conhecimento de todos, A IGREJA EXPECTANTE NÃO ERA DO INTERESSE DE NINGUÉM. Na época era mais pobre que agora, menos conhecida e não tinha nada além de um livrinho de rituais mimeografado, um livro de atas e a Capa Patriarcal que foi entregue anos depois por Sevaki.O SARVANANDA NUNCA QUIS SER PATRIARCA. Não era a sua via. Se Sarvananda, como maledicentes tentam insinuar, fosse candidato a sucessor ou quisesse a direção da Igreja, por que se tornaria noviço só em 25/03/79, e sacerdote, em 08/04/79, juntamente com sua esposa Daya, CONSAGRADOS POR THOTH, 15 anos após a morte do querido Mestre Sevananda??? Um alerta quanto às “revelações”: cuidado! Elas podem partir de várias esferas. Sobre a “serena?” esposa do Thoth, seu nome místico é Ischaïa, que já foi comparada à “freirinha do interior” por um parente do autor do artigo em questão. Realmente, ela é indicada para o cargo que um dia lhe pesará com tanta responsabilidade, não “pela atitude escorpiana do Patriarca” ou por “hereditariedade”, fato citado no artigo, acho que contestando Mestre Cedaior, que indicou o filho. Ela, muito intuitiva, saberá zelar pelos valores espirituais dessa Egrégora e cumprirá à risca a incumbência que lhe foi dada. Para quem gosta de “revelações”, leia o Livro das Leis de Vayu, sobre o matriarcado. Peço licença mui respeitosamente às pessoas mencionadas, porém são poucos os remanescentes e, se não preservarmos a veracidade dos fatos, estaremos pondo em risco a história da nossa Egrégora. Mariland Diniz Nunes :. Ischaïa – Sacerdotisa Expectante
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