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Caros amigos é uma imensa felicidade estarmos juntos neste momento. Quero agradecer a presença de todos que se propuseram e se dispuseram a estar aqui neste momento, pois muito são os que se propõem, mas poucos os que se dispõem. Os afazeres da vida, os problemas cotidianos nos fazem relegar para segundos planos as coisas espirituais. Por isso, sabemos que os que estão aqui são os que foram escolhidos, pois tiveram, com certeza, que adiar muitos compromissos e tornaram este encontro uma prioridade e se dispuseram a estar aqui, deixando a família, o fim de semana prolongado e o lazer para compartilhar conosco este momento.
Vamos recordar que de dez anos para cá as coisas parecem que estão acontecendo com uma rapidez meteórica. A Terra tão maltratada está em ebulição. São terremotos, maremotos, enchentes, guerras e atentados. Fenômenos naturais e outros causados pelos humanos aceleram o que chamamos de GRANDES DORES. Circula na internet todo tipo de mensagem chamando a atenção para os problemas por que passamos. São profecias, alertas, tanto da ciência como de místicos e religiosos. Todos já lemos ou ouvimos falar de Nostradamus, as profecias de Fátima, entre outras. Estou citando essas por serem as mais divulgadas e conhecidas. Será de difícil aceitação para alguns ver o desenrolar dos eventos pelos quais passa o planeta. Porém, quando há um grande desastre, uma grande perda de vidas, sempre, como resultado disto, ocorre uma grande expansão de amor e da compaixão.
Na superfície da água vai se formando uma ondulação que se espalha indefinidamente até perder a força. Semelhante a isso é a onda de pensamentos de amor ao próximo, de solidariedade, que em outras condições não é desencadeada. Isto, por sua vez, cria uma energia positiva e ainda mais elevada, ajudando o saneamento e evolução da nossa amada Terra. Sempre que há grande perda de vidas, quando as coisas parecem tão desoladoras e terríveis, começamos a fazer perguntas mais sérias. Por que eu ainda estou aqui? O que é a morte? Por que aconteceu comigo? Para onde vão as pessoas quando morrem? Estas são perguntas que uma alma que está passando pela experiência traumática faz a fim de explorar a espiritualidade e começar a se iluminar. É o chamado pela dor, que sacode nossa alma para tirá-la do torpor e da inércia. A Igreja Expectante nunca se apresentou como uma igreja contemplativa. Ao contrário, sempre agindo, esteve à frente de seu tempo. É a igreja da Nova Era, que trouxe ação e renovação.
Expectantes e amigos, é hora de agir. Não cabe mais a humanidade ficar naquela cômoda situação de dizer: eu não faço mal a ninguém, rezo todos os dias, vou à missa, culto ou à meditação, e achar que com isto a lição de casa está feita. O evangelista São Marcos deixa bem claro no capítulo 5, 26 – “Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão. Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil”. Jesus nos alerta que dívidas assumidas terão que ser pagas. Portanto, cuidado.
Vamos dizer não ao comodismo, ao preconceito religioso. Vamos perdoar enquanto é tempo, vamos pedir perdão enquanto estamos aqui. Vamos amar a nosso semelhante. Vamos, sobretudo, servir com amor desinteressado e fraternal, pois o mundo precisa e vai precisar muito disso. É nosso dever para com a espiritualidade ensinar e divulgar o tanto quanto possível a LEI DA CONSEQUÊNCIA E DA RETRIBUIÇÃO (CARMA) E A LEI DE CUMPRIMENTO DE SERVIÇO ALTRUÍSTICO (DHARMA), A LEI DA “UNIDADE DA VIDA”. Quando temos conhecimento dessas leis, entendemos melhor as dores pelas quais passamos e como podemos ajudar nossos irmãos nessa hora difícil. É muito importante, nesses novos tempos, que todos nos unamos para que o máximo de pessoas conheça essas leis. Nós, expectantes, que as conhecemos, temos por obrigação sermos responsáveis e coerentes com as nossas atitudes. Não temos mais muito tempo para perder. Vamos ser focos de luz, pois um simples fósforo pode rasgar a escuridão. Cuidado com os compromissos assumidos, com a vaidade, orgulho, com o descaso com as coisas sagradas, com os juramentos irresponsáveis, pois, quem muito recebe, muito será cobrado. Vamos nos unir em torno dos ensinamentos do Nosso Senhor Jesus-O-Cristo, do Mestre Philippe de Lyon e de toda a Egrégora Expectante. Mestre Philippe nos ensinou que os clichês podem ser mudados. Então, vamos todos cumprir com as nossas obrigações, orar cada vez mais para que os dias das grandes dores sejam minimizados e para que nossa passagem por este plano seja marcada por termos assumido e dado conta da missão que recebemos antes de baixar do Céu.
Para
terminar, que o nosso querido 1º Patriarca, Cedaior, o “Precursor”, o 2º
patriarca, Sevãnanda, o “Organizador” e o 3º Patriarca, Thoth, “o
Realizador”, possam nos orientar no decorrer desse maravilhoso encontro. |
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