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Por Ischaïa, Sacerdotisa do 2º Grau e Coadjutora da Igreja Expectante Às 14 horas do dia 17 de maio seguimos para Betim-MG, a Sacerdotisa Lenise, Ronaldo, Náyade, Bruno e eu, com destino ao Cemitério Paroquial Nossa Senhora do Carmo, para visitar o túmulo de Mestre Sevãnanda (2º Patriarca da Igreja Expectante) e de Mãezinha Sádhanâ. Esta visita havia sido planejada em março pelo Sacerdote e adjunto Geraldo e sua esposa Cathia para o dia 9 de maio. Chegamos às 15 horas ao nosso destino e, para nossa surpresa, não havia nenhum funcionário que nos desse a menor informação. Não havia visitantes e a parte administrativa estava fechada. Ficamos preocupados. Como acharíamos a sepultura dos Mestres, entre centenas de outras, na grande maioria abandonadas, quebradas e tristemente cinzas e toscas, sem nomes e numeração? Tinha uma tênue e remota lembrança de quando lá estive, muitos anos atrás, que me conduzia ao lado esquerdo da entrada principal, o que foi confirmado pelo pêndulo de Náyade. Dividimo-nos e saímos à procura.
Os sacerdotes Gilson e Neide estavam a caminho do cemitério. Porém, também não sabiam com exatidão o local do túmulo. Apesar da grande dificuldade, de nos parecer quase impossível, insistimos na procura. Náyade, após ter feito uma prece, pedindo ao pai (Thoth) que nos ajudasse, “achou” finalmente a sepultura de granito preto, letras gravadas e quase apagadas, com o nome Leo Alvarez Costet de Mascheville.
Eram exatamente 16 horas, sétimo dia do desencarne do Thoth, hora do seu sepultamento. Nesse instante chegaram os Sacerdotes Gilson e Neide. Às 16h10, unidos, iniciamos um singelo ritual de Bênção Dominical, pois na nossa Igreja não existe um ritual específico para aquela ocasião. Após a bênção, cada sacerdote fez uma prece espontânea confirmando seu amor aos Mestres e a nossa Igreja.
Unindo o Oriente ao Ocidente, como pregava Mestre Sevãnanda, os sacerdotes mineiros entoaram um lindo mantra que ecoava no silêncio do local perfumado por um incenso cuidadosamente providenciado por Lenise. O sol brando de fim de tarde, maio, foi testemunha desse momento de profunda emoção. Uma paz reconfortante desceu sobre nossos corações e nesse magno momento pedi ao 2º Patriarca que velasse por nós Expectantes, que nos ajudasse nesse momento de transição, que nos desse a coragem, a tenacidade, a fortaleza do Thoth para levarmos adiante a missão que nos foi dada. Ao sairmos de lá levamos conosco a certeza de que teremos toda direção, proteção e ajuda dos Patriarcas. Assim como em 1976 segui os passos do Thoth.
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