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Por um lado, é lógico que ele não pode “julgá-los” pela simples razão de que, para julgar alguma coisa ou alguém, é preciso “conhecer”. E o discípulo não pode “conhecer” nem o Mestre, nem o que o Mestre conhece, porque, então, ele mesmo seria também Mestre. Há, porém, uma pauta que não falha: Se o instrutor FAZ o que ele ensina ou manda o Discípulo fazer, se ele pratica os exercícios, ensinamentos, orações e virtudes que manda os outros treinarem, então “é provável” que seja um Mestre. E se, além disso, ele trabalha pela humanidade com entrega e amplidão; se ele admira e homenageia os que sabem mais que ele e são melhores; se não procura conservar clientes, mas, sim, fazer dos seus discípulos HOMENS e MULHERES desenvolvidos; se ele é desprendido das vaidades e posses que enredam os pés, mente e coração da massa humana, então é, certamente, um Instrutor. Agora, para saber se tal instrutor pode ser o TEU Mestre, o TEU Guru, deves meditar e procurar sentir o espírito que irradia em tudo quanto está na sua orientação. SE TE SENTES REAL E FORTEMENTE ATRAÍDO, podes procurar ingressar no Discipulado e fazer parte deste múltiplo contingente:
- De “profanos”
cada vez mais bem informados, no aspecto vida moral, espiritual e
científica; Que possas ser um deles! São os nossos votos. Antes, porém, queremos, ainda, dizer-te algumas palavras de quem vai orientar-te e servir-te de Mestre, Pai e Amigo.
Sri Sevananda
Swami, químico e filósofo, escritor, foi desde jovem um instrutor. Aos
23 anos de idade já o era, na Ordem Martinista. Aos 35 era o dirigente
da mesma, por designação do seu primeiro mestre: CEDAIOR, que, por sua
vez, foi Discípulo de Vayusattwa, do Mestre AMO (desde a idade de 13
anos), de Papus, de Stanislas de Guaita, de J. S. Doinel etc. |
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