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Peregrinação ao Túmulo, Moradia e
Local de Trabalho do MEM Philippe
Nosso desejo de chegar
logo à região desde onde o MEM reina absoluto nos deu a
força necessária para empreender esta maratona: Partimos de Curitiba às
18h00 do dia 09/05/2006. Chegando a Paris no dia seguinte, eu e
Cathia pegamos o carro e nos dirigimos diretamente a Lyon, cerca
de 500 km ao sul. Todo o percurso se mostrou "mágico", horas
necessárias à preparação do coração, mente e alma para o grande
presente que estávamos por receber.
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A longa jornada, em vez de cansaço, produziu em nós a sensação
de que estávamos sendo recebidos, acolhidos por um pai saudoso
de seus filhos. Tanto que, antes mesmo de buscar um leito para
relaxar o corpo, fomos à Rue Tête D'Or, nº 35, tomar o primeiro
contato com as vibrações daquele endereço onde o mestre,
caridosamente, recebeu, atendeu, curou e SITUOU tanta gente.
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No fuso francês, era quase
meia-noite quando encontramos um hotel para descansar.
Na manhã do dia 11 de maio,
meu aniversário, acordei já tomado pela emoção e percepção de
estar perto de realizar algo de profunda significação para minha
existência. Coração batendo forte, cabeça guiada pelos anjos, na
recepção do hotel nos deram as indicações para chegar ao
Cemitério de Loyasse, onde repousa o MEM, conforme se lê em sua
lápide (particularmente eu diria que ali Ele está a trabalhar, e
muito, dado ao grande número de pedidos que recebe diariamente).

Mas, voltando ao balcão do
hotel, a francesinha foi muito solícita ao nos explicar onde
estávamos (seta roxa) e nos mostrar onde queríamos ir (seta
vermelha). E fomos.
Os minutos seguintes eram de ida, mas eu os sentia como se
fossem de regresso: estava voltando aos braços Mestre.
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Estacionamos, preparamos as
câmeras e fizemos o último trecho a pé, contornando o muro do
grande cemitério, até dar de frente com a floricultura e a
florista, exatamente como descrito pelo Mestre Sevãnanda no
volume IV de "O Mestre Philippe, de Lyon".
A esta altura já estava
dominado pela imensa gratidão. Sim, como poderei agradecer aos
mestres por esta permissão?
Conversamos com a florista,
com seu papagaio e compramos rosas brancas.
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Após
nos dizer que são muitos os que ali peregrinam, ela nos ensinou o
caminho do túmulo. Na nossa busca emocionada, chegamos a passar
pela frente dele, sem vê-lo, até que um jardineiro no-los apontou. |
Ali,
em meio aquele turbilhão, passou um filme na minha mente. "Aqui
estou, mestre...", foi meu primeiro pensamento. Choramos,
explodimos de alegria e felicidade, contemplamos, calamos e
oramos por todos os Expectantes... Vivemos e sentimos
intensamente cada minuto, em comunhão com a memória, bondade e a
extraordinária vibração do Mestre que nos recebia e daquele
instante. E dali, defronte à lápide de Nizier Anthelme Philippe,
o Muito Excelso Mestre Philippe, de Lyon, telefonei ao Mestre
Thoth, em Guarapari-ES, e com ele vivi um momento inesquecível, pois estávamos
juntos, integrados na mesma conexão, apesar dos mais de 10 mil km
que fisicamente nos separavam.

O
patriarca sentiu que podia me pedir e eu declarei a mim mesmo e
ao Cósmico que, daquele momento em diante, seria, me perdoem a
ousadia e pretensão, um "soldado do MEM". Ali entreguei a minha
vida a esta missão, com a sensação, no entanto, de não ser
exatamente um compromisso novo, mas algo que já carregava dentro
de mim, mesmo sem sabê-lo. Logo após telefonei ao
Mestre Temogim e repeti a dose. Isso tudo às 11 da manhã,
horário de meu nascimento, 40 anos atrás.
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Catamos folhas dos arbustos
e árvores que circundam o túmulo do MEM, pegamos pedrinhas e colocamos,
na Árvore dos Pedidos, um em nome de todos os nossos irmãos Expectantes.
Fotografamos e filmamos
cada passo aqui descrito. Fatos extraordinários aconteceram
na nossa passagem pelo sul da França. O MEM colocou em nosso
caminho muitas pessoas que fizeram de tudo e mais um pouco
para que alcançássemos os objetivos.
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Fomos
também a L'Arbresle, cidadezinha próxima de Lyon onde está Clos
Landar (a casa onde morou o mestre). Após muita procura, conversando
com diversas pessoas, nos surpreendemos ao encontrar uma rua com o
nome do Mestre Philippe. |
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Quando
enfim encontramos Clos Landar, pudemos verificar que o casarão está
fechado, escondido atrás de um grande portão e da vegetação densa.
Com algum esforço, conseguimos estas imagens. Tivemos a informação
de que a comunidade local está tentando comprar a propriedade para
fins de preservação. |
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No
retorno de
L'Arbresle fomos mais uma vez à Rue
Tête D'Or, nº 35. Com a ajuda dos mestres, conseguimos estacionar
bem pertinho e pudemos fazer mais fotos. Encontramos dois números no
mesmo casarão, 35 e 37. A seta indica o número 35. Este é o resumo
de nossas andanças do dia 11 de maio de 2006. Temos muito ainda a
relatar. Assim que tivermos mais um espaço aqui vamos contar como
foi a visita à livraria Cadence, também em Lyon, onde encontramos
diversos livros sobre a vida, palavras e curas do Mestre Philippe, o
amigo de Deus.
Até breve, Sacerdote Geraldo e Cathia. |
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